Wesley Menezes Custódio, de 18 anos, preso na noite desta segunda-feira (8/6), em Sidrolândia, e apontado como comparsa de Matheus Espínola de Araújo, de 22, morto em confronto com policiais do Batalhão de Choque da PM (Polícia Militar), confessou o homicídio ocorrido na manhã de domingo (7/6), em Maracaju, que vitimou Thales Eduardo Assis de Souza, de 26 anos.
Segundo o Campo Grande News, ao ser preso pelos militares, Wesley admitiu participação no assassinato do rapaz e indicou o paradeiro de Matheus.
De acordo com o Choque, as diligências apontaram que os autores do crime estariam escondidos em Sidrolândia. Com a informação, as equipes foram até um imóvel na Rua Antônio Corrêa Hortêncio, no Residencial Cascatinha II e com a autorização da moradora, entraram na residência. No local, Matheus teria percebido a chegada das equipes e fugido para o interior da casa, desobedecendo às ordens de abordagem.
A versão da corporação é de que Matheus saiu de um dos cômodos com uma arma. Os policiais mandaram que ele largasse o objeto, mas ele teria apontado a arma na direção da equipe, momento em que os militares atiraram.
Ainda de acordo com o site da Capital, Matheus foi atingido, mas ainda apresentava sinais vitais quando foi socorrido e encaminhado ao hospital local, porém o óbito foi confirmado pela equipe médica.
O local onde os disparos ocorreram foi preservado para os trabalhos periciais. As armas dos policiais e a utilizada por Matheus foram apreendidas, e o caso será apurado tanto pela Polícia Judiciária Militar quanto pela PC (Polícia Civil), responsável pela investigação da morte de Thales.
As diligências também chegaram a uma mulher identificada como Valquíria Farias de Moura, de 26 anos, localizada em Maracaju. Conforme o Choque, durante buscas autorizadas no imóvel onde ela estava, foram encontradas munições calibre nove milímetros. Ela foi presa e encaminhada à delegacia do município.